Pra onde foi o dinheiro da Saúde de Timon?


A Câmara de Vereadores de Timon denunciou que a prefeita Dinair Veloso pagou R$ 1,3 milhão por um serviço de ressonância magnética que nunca existiu! Isso mesmo, minha gente, pagaram por um exame que nem aparelho tinha! É o famoso "pague e não leve".

O Centro Médico de Exames por Imagem (CMEI) foi inaugurado em março de 2024, mas até então, nada de ressonância. E o dinheiro? Foi parar na conta da Central de Laudos e Serviços LTDA, do nosso amigo Junno Pinheiro Campos de Sousa. É só dar um Google no nome dele que você vai ver a ficha corrida!

O contrato foi assinado em outubro de 2021, mas o serviço só apareceu em 2024. E quem assinou o contrato? O secretário de Saúde da época, Marcus Vinícius Cabral da Silva, que é contador, mas quem mandou pagar foi o vereador Márcio Sá, tido como homem de confiança do ex-prefeito Luciano Leitoa e que mandou e desmandou na saúde até outro dia. Mas, o fato é que o dinheiro sumiu, mas a ressonância que é bom, nada!

Márcio Sá (Esq) era o secretário de saúde na gestão Dinair Veloso (dir) quando o pagamento milionário foi feito por exames que nunca foram realizados

E com R$ 1,3 milhão dá pra fazer muita coisa, viu? Como por exemplo, usando a linguagem eleitoral própria do período em que estamos, esses milhões que a prefeitura de Timon finge que não sumiram cobrem o custo com mais de 8 mil "cabos eleitorais", daqueles que muitos políticos pagam de R$ 100 a R$ 150 só pra ir votar ou participar de caminhadas. Ou então, bancar cerca de 220 mil litros de gasolina para abastecer carros e motos que também acompanham essas caminhadas. Pagar santinhos cartazes e panfletos, quem sabe?! 

É mole ou quer mais? Agora é esperar as autoridades competentes investigarem esse rolo todo.

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