Direto do mundo surreal da política timonense, temos mais um capítulo da novela "Henrique Júnior e o Calendário Milionário"! Sim, meus caros, o candidato a prefeito de Timon/MA, aquele que jurou de pés juntos que ganha a vida vendendo calendários, agora aparece como o felizardo destinatário de transferências bancárias que variam de R$ 350 a R$ 199 mil!
Vamos combinar, R$ 350 por um calendário já é um absurdo, mas dá pra engolir. Agora, R$ 199 mil? Esse calendário deve ser feito nas placas dos 10 mandamentos, em alguma chapa de ouro maciço, talvez com autógrafo do próprio Moisés!
O nosso querido Henrique Júnior, que já tinha embolsado R$ 1,6 milhões do Fundo Eleitoral, é citado pela Polícia Federal como beneficiário de mais R$ 1.187.592,82 da empresa Max Digital. Tudo isso enquanto ele vendia calendários! Deve ser um calendário muito especial!
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| Relatório da Polícia Federal encontrou transferências sem justificativa por empresa investigada para Henrique Junior |
As transferências suspeitas foram encontradas no âmbito da Operação Monopolium, que mobilizou 45 policiais federais e auditores do TCE-PI para investigar o desvio de recursos públicos. Foi aí que nosso rapaz dos calendários surgiu recebendo transferências bancárias como se fossem figurinhas de álbum da Copa!
E o que ele tem a dizer sobre isso? Nada, porque não foi localizado para comentar. Deve estar ocupado vendendo mais calendários ou, quem sabe, indo sacar alguma transferência bancária. Afinal, quem precisa de trabalho quando se tem um calendário mágico que rende milhões?
E assim segue a política em Timon, onde vender calendários pode te transformar em milionário da noite para o dia. Quem sabe, na próxima eleição, eu também não comece a vender calendários?


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