E agora, José? Ministério Público flagra suplente de deputado de calça curta


Henrique Júnior pode até jurar que tudo foi legal: verba indenizatória paga com base em decisão judicial. Mas o Ministério Público rasgou essa versão com documentos, notas frias e recibos suspeitos. O que era pra ser Prestação de Contas virou Inquérito Criminal e suspeita de Corrupção Passiva.

Segundo Ministério Público, Henrique Júnior recebeu R$ 59 mil em 2019, referente a despesas de 2018 que já haviam sido recusadas por falta de comprovação. Pagamentos feitos fora do prazo, sem processo administrativo, sem parecer jurídico, e o pior: com nota de “empresa de moto” vendendo “serviço contábil”. Até combustível ele cobrou sem dizer que carro usou, quando abasteceu, quem foi o motorista ou quanto rodou, e pior, com a Câmara Municipal tendo veículo a disposição dos parlamentares. Só faltou apresentar nota de jegue a diesel!

Henrique Júnior tentar posar de perseguido político, porém o MP exibe uma enxurrada de provas e lembra: a Justiça autorizou pagamento com base na lei e com prestação de contas idônea — o que não aconteceu.

O Ministério Público até tentou um acordo, Henrique Júnior recusou e vai parar no banco dos réus. A pergunta agora é: quem vai ressarcir os cofres públicos? Ou vai continuar achando que cargo público vem com cartão corporativo sem limite e sem prestação de contas?

ACESSE AQUI A DENUNCIA DO MP NA ÍNTEGRA


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